19 de nov. de 2009

Comentários do episódio "THE GOOD CITIZEN"


O oitavo e penúltimo episódio “The Good Citizen” foi mais uma vez um ótimo episódio de Flashpoint. Novamente a emoção familiar veio à tona, dessa vez entre irmãos. E o foco dessa semana fica com o oficial Kevin Wordsworth, ou simplesmente Wordy pros íntimos.

Uma confusão em um bar envolvendo dois traficantes em um bairro não muito seguro. Uma mulher escondida atrás do balcão liga pra polícia contando a situação. Robert Cooper se sente no direito de fazer justiça e sai em perseguição dos dois traficantes . O time se divide, Jules e Greg interrogam o dono do bar, enquanto Wordy, Ed, Sam e Leah se separam pra encontrar os suspeitos. Mas no meio da confusão, Cooper acaba atirando em um dos traficantes. O time descobre que Cooper foi o responsável pelo tiro e que além disso, ele é presidente da associação de guarda do bairro e faz o que pode pra afastar os traficantes. Leah faz um comentário sobre o bairro, e Wordy não gosta muito. Não sei, andei reparando que o time anda meio frio com a Leah, não o time todo, especialmente Ed e Wordy. Ed no episódio “Coming to You Live”, e Wordy nesse episódio, falaram de uma foram muito dura com ela. Mas Sam tava sempre lá pra dar conselhos, inclusive nesse episódio foi bem legal onde ela pensou em pedir desculpas pro Wordy e o Sam disse que ela num tinha falado nada de mais, simplesmente falou o que pensava dentro da experiência que ela tinha. Outra coisa que andei reparando é que ela ta ganhando mais espaço, inclusive acho que algumas coisas que a Jules fazia passou pra ela, já que a Jules está mais colada no Greg, na parte de investigação e interrogatório.

Continuando, depois de alguma investigação descobrem que Jimmy, irmão de Robert está morto, e o que Robert quer é muito mais do que simplesmente uma vingança de briga de bar. Eles chegam a um tal de John Torres que foi preso e baleado por Robert. A SRU descobre então endereço dos traficantes que ele está perseguindo.

Robert chega ao local onde moram os irmãos Steel. Ele pega um dos irmão como refém e o força a cheirar toda a cocaína. Ele queria vingança pois o irmão Jimmy era cliente dos dois e tinha morrido de overdose. Um dos irmãos diz que não sabe quem são seus clientes e que eles não forçaram a ninguém a usar droga. A situação fica difícil e o time invade a casa. Wordy dessa vez faz a negociação. Gostei bastante dessa cena, nos levou a conhecer um Wordy que não conhecíamos. Ele então consegue convencer Cooper a desistir, ele sai da casa preso junto com os outros traficantes.

O episódio acaba com Wordy e mais alguns voluntários, dando uma geral na antiga loja do pai de Robert.

Gostei da atenção especial que deram pro Wordy e da harmonia da equipe. E fica a duvida sobre nosso querido Spike, será mesmo que ele quer sair da equipe? Será que ele vai abandonar a "família"? Acho que a SRU não pode perder mais um membro...FICA SPIKE!!

E é claro, não podemos esquecer da música que dá todo um clima especial pra série, e dessa vez Jon Heintz de novo com sua música, linda por sinal.
O roteiro muito bem escrito novamente.

E como Enrico disse, não precisa atirar pra resolver. É isso o que diferencia Flashpoint. Em uma situação bem arriscada como foi esse episódio, simplesmente uma conversa pode salvar o dia.


NOTA : 8,5

"Flashpoint" toma honras superiores no Gemini Awards:



CALGARY - Produtores do hit "Flashpoint", são tomados como um exemplo do que a televisão canadense é capaz, como o drama policial da CTV que levou para casa três prêmios Gemini, no sábado, incluindo o de “Melhor Série Dramática”.

Os canadenses podem apoiar menos quando se trata de assistir a um programa em casa na tela pequena. Mas o produtor executivo Bill Mustos disse que, na verdade, há realmente muito a se orgulhar, e outros países estão percebendo isso.

"Eu acho que" Flashpoint "mudou as coisas em uma nova direção e, agora, as redes americanas estão olhando para o outro lado da fronteira e vendo que existe realmente tremendo talento no Canadá", disse ele logo após ganhar o prêmio final na noite de gala do Gemini Awards.

Uma das estrelas de “Flashpoint,” Enrico Colantoni que ganhou melhor ator, foi atraído de volta à sua cidade natal, Toronto, para a série, isso depois de trabalhar durante quase 25 anos nos Estados Unidos em séries como "Just Shoot Me" e "Veronica Mars".

Ele chamou isso de "uma forma maravilhosa para voltar para casa."

"Esta série representa uma nação, de certa forma, estamos representando, nos Estados Unidos e do mundo", disse Colantoni. "É como, 'isso é o que podemos fazer."

O drama sobre uma equipe da SWAT trabalhando em Toronto, também ganhou três prêmios antes da noite principal do Gemini e ficou também com o troféu de melhor diretor por Kelly Makin.

O compaheiro de Colantoni, Hugh Dillon, ganhou como “Melhor Ator Coadjuvante” pelo telefilme "Of Murder and Memory".

Traduzido de CTV.ca

17 de nov. de 2009

Entrevista: Enrico Colantoni

Matéria com uma entrevista que o ator Enrico Colantoni concedeu a equipe do Calgary Herald, no dia da premiação do Gemini Awards 2009:



Os primeiros esforços de Enrico Colantoni como um ator de televisão canadense, eram por sua própria admissão, não impressionantes.

O nativo de Toronto e agora uma das estrelas de Flashpoint da CTV voltou para casa depois de uma temporada estudando teatro em Nova York em meados dos anos 80.

Ele conseguiu um papel de convidado em Night Heat, uma série policial com orçamento econômico que foi indiscutivelmente um antecessor chave para futuros trabalhos policiais como o atual papel de sucesso de Colantoni.

"Eu acho que o meu nome em Night Heat era Jeff Blocker ou Ron Blocker ou algo assim", diz Colantoni, pelo telefone de Toronto. Jeff ou Ron Blocker era um homem bravo, mas Colantoni diz que ele desempenhou o papel de uma forma menos ameaçadora.

"Eu tinha uns 23 anos", diz ele. "Eu me lembro como eles falavam sobre o personagem:” Oooh, ele é tão perigoso". Eu era tão jovem, eu ficava olhando para a minha marca e o diretor se mantinha bravo comigo, me dizendo que pistoleiros não olhavam para a sua marca. Então cheguei para o meu agente e disse que eu estava ficando muito cansado e não sabia o que fazer. Foi horrível, simplesmente horrível.

No entanto, Colantoni lembra do show, que foi ao ar de 1985 a 1989, como sendo uma "mina de ouro" para os atores de Toronto porque trouxe muito trabalho para a cidade. Na época, não havia muitas opções quando se trata de Canuck TV. Mais de 20 anos depois, Colantoni retornou à sua cidade natal para Flashpoint, uma história de sucesso "made-in-Canadá" que se tornou um hit além do sul da fronteira. É um registro record de 19 indicações ao Geminis hoje a noite, que colocou Colantoni contra a colega de elenco Hugh Dillon.

Com seus altos valores de produção e de prestígio nos EUA, a série Flashpoint foi anunciada como uma pioneira na televisão canadense, parte de uma onda de novos programas que possam não apenas convencer os jovens atores canadenses à não fugir do país na primeira oportunidade. Mas, como Colantoni sabe, a atração de Hollywood será sempre tentadora.

"Eu saí antes mesmo de tentar levar uma facada da indústria canadense", diz Colantoni. "Eu estava tão encantado com a América. Peço desculpas por isso agora, porque 25 anos depois estou com saudades de casa. O que a América sempre terá sobre a indústria canadense é o mercado. Nós sempre queremos ir para a América. Pessoas em todo o mundo querem ir para os Estados Unidos se eles estão em busca disso ".

Dito isto, Colantoni diz que a televisão canadense está ficando cada vez melhor. As empresas e as redes estão colocando mais dinheiro em suas produções, permitindo-lhes competir a nível mundial. Flashpoint é um exemplo disso e permanece fielmente canadense. Apesar de nunca diretamente nomear Toronto como sua locação, a série nunca se esquivou de projetar no flagra uma vibe canadense. Os membros dessa equipe da SWAT no centro do drama ocasionalmente bebem “double-doubles” de Tim Hortons e têm bandeiras canadenses costuradas nas mangas.

Eles também raramente dispararam suas armas. Uma visão curiosa para alguns fãs dos EUA, diz Colantoni. Embora ainda seja um processo policial na veia de CSI, que tem bastante peculiaridades para torná-lo um romance também.

"Alguns amigos meus, que são americanos fiéis, sempre perguntam 'porque você não está atirando? Por que gastar tanto tempo falando?" Diz Colantoni. "Eu digo, 'isso não é como eles fazem as coisas em outras partes do mundo."

Ex–aluno da Universidade de Toronto, Colantoni desistiu de estudar sociologia e psicologia no início e migrou para o teatro. Ele foi para Nova York para estudar na Academia Americana de Artes Dramáticas e, eventualmente, se formou na escola de drama de Yale.

O treinamento valeu a pena. Diferentemente da maioria dos atores que tiveram sucesso na TV, Colantoni tem conseguido evitar ser rotulado. Ele tinha um lugar como convidado em "Nova York Contra o Crime" no início de 1990, interpretando o filho esquizofrênico de Peter Boyle em uma performance memorável tão angustiante que podia tê-lo escalado como principal personagem para o resto de sua carreira. Mas os papéis que se seguiram foram todos muito diferentes uns dos outros. Em 1997, ele foi escalado como um aparentemente suave, fotógrafo no sitcom “Just Shoot Me”. Alguns anos mais tarde, ele fez um estranho mas simpático alienígena do filme “Galaxy Quest”. Em seguida, ele chamou a atenção como o pai linha dura, mas carinhoso de uma particular detetive adolescente em Veronica Mars. Foi o seu desempenho como Keith Mars que fez convenceu os produtores de Flashpoint a chama-lo para a equipe Especial Tática Canadense.

"Eu pensei que eu estaria carregando uma arma como o 'cara mau' desde que saí da faculdade," Colantoni diz com uma gargalhada. "É uma surpresa completa para mim. Mas eu só quero fazê-lo diferente. Mesmo que seja uma escolha estúpida, eu quero fazer uma escolha e eu não quero confiar em mim. Eu não quero ser aquele cara”.

Quanto à Flashpoint, agora em sua terceira temporada, Colantoni admite que os processos da polícia estão estruturados de uma forma que nem sempre permitem que os atores sondem as profundezas de seus personagens em particular. Sua primeira decisão em aceitar o papel do Sargento Greg Parker veio quando seu irmão - um oficial de polícia de Toronto há 30 anos - deu sinal positivo para a autenticidade do scrip.

Entretanto, ele está desfrutando da filmagem em sua cidade natal. Quanto a competir contra o companheiro Hugh Dillon na disputa pelo Gemini, ele diz que não entrou na conversa. Mas ele diz que existe uma concorrência tácita entre os dois.

"É uma grande competição, eu adoro isso." Colantoni diz. "É fraterna. Eu não estou familiarizado com os outros atores que foram indicados, enquanto que se eu ou Hugh ganhar, nós estamos bem."

FONTE: http://www.calgaryherald.com

15 de nov. de 2009

Fotos: Gemini Awards 2009

A equipe do Flashpoint-Brasil dá os parabéns a toda produção e elenco de Flashpoint, que levaram ontem a noite o prêmio de "Melhor Série Dramática", no Gemini Awards 2009.

A premiação, que é equivalente ao Emmy americano, foi transmitida ao vivo no Canadá pelos canais Global e Showcase. Hugh Dillon e Amy Jo Johnson apresentaram uma das primeiras categorias da noite, "Melhor Reality Show".

Parabéns ao nosso Enrico Colantoni, vencedor da categoria "Melhor Ator Protagonista" por Flashpoint e a Hugh Dillon que ganhou na categoria "Melhor Ator Coadjuvante" pelo seu papel no telefilme Murder and Memory . Não podemos deixar de dar os parabéns também a Amy Jo Johnson, que concorria na categoria "Melhor Atriz Protagonista" por Flashpoint e que estava linda na Cerimônia de Gala.















13 de nov. de 2009

Comentários do episódio "YOU THINK YOU KNOW SOMEONE"

DEIXANDO BEM CLARO NOVAMENTE, QUE OS COMENTÁRIOS E AS NOTAS DADAS AO EPISÓDIOS, SÃO DO PONTO DE VISTA PESSOAL.


O sétimo episódio, "You Think You Know Someone" é o episódio que os fãs do querido Sargento Greg Parker estavam esperando.

Seguindo um ótimo roteiro, a história é focada em Greg que acaba caindo numa armadilha depois de receber uma mensagem com pedido de ajuda no seu celular de uma jovem chamada Haley. O time tenta desesperadamente encontrar seu Sargento, procurando de todas as formas que o ligue a Haley, que é o motivo do sequestro.

Seguindo, o time descobre que quando Greg ainda era detetive na polícia ele salvou um menina de 8 anos cuja mãe foi morta naquela noite devido a um tiroteio na casa. Kevin, ex-namorado de Haley e mentor do sequestro, tortura Greg pra que ele admita que foi o assassino da mãe de jovem. Depois de muita correria e investigação sobre o dia do assassinato a SRU descobre que o caso foi fechado por Greg na polícia. Jim companheiro de Greg no caso, diz que ele provavelmente tinhas seus motivos, é aí que ganha mais força a culpa de Greg. Mas Jim acaba contando pra Ed os detalhes. Greg é amarrado e Kevin abre os compartimentos de gás, fazendo uma armadilha pra Greg e fugindo de lá com Haley e seu amigo.


A SRU chega ao local tentando encontrar uma forma de entrar no prédio, quando o comparsa de Kevin sai do prédio sendo pego por Ed e Sam. Wordy e Leah saem em busca de Greg equanto Ed e Sam tentam convencer Kevin, que estava com Haley como refém, a soltá-la e dizer onde estava Greg. Jules e Spike interrogam o suspeito e descobrem que o prédio vai explodir em cinco minutos. A corrida contra o relógio vai aumentando até que Ed solta a verdade e diz que foi Haley quem atirou na mãe sem querer...ninguém esperava...muito bem bolada essa parte, realmente gostei muito. Sinceramente vou adimitir que pensei que Greg era mesmo o culpado, por mais que ele seja nosso querido "Sarge", ninguém é perfeito. Kevin é preso e a equipe consegue encontrar Greg, mas não acham uma forma para entrar. Sam finalmente aparece com a solução, arrombando a porta e Greg pode ser levado a salvo pra fora do prédio. No final, Jules meio chorosa confonta Greg, dizendo que ele num tinha o direito de ir por aí dando a sua própria vida tentando salvar todo mundo. Achei engraçado ela forçando o Greg a respirar no aparelho de oxigênio! Acho que sem dúvidas ela tem o Greg como um paizão. Bonita cena final entre o Ed e o Greg, acho que o silêncio transmitido provou a grande amizade entre os dois. Mais uma vez, muito bem escolhida a música.

Descobrimos o o motivo de toda a situação do Greg com o filho. Ele admitiu que por causa daquela noite a vida dele virou de cabeça pra baixo, onde a mulher foi embora com seu filho. Isso deu o link que provavelmente será usado pra mencionar o problema dele com o filho nos episódios da quarta temporada (espero).

Adorei o trabalho em conjunto de todos e os esforços pra achar o Greg. Os atores (TODOS ELES) foram exelentes demonstrando todo o desespero enquanto o relógio corria. Interessante também, foram todas as informações muito bem espalhadas, criando um quebra-cabeças que foi encaixado sem nehuma margem de erro. Novamente, ótimo desenvolvimento na história.

Não posso deixar de dar meus parabéns à Mark Ellis que mostrou nesse episódio porque Flashpoint é um drama que merece ser muito bem premiado, não só no Gemini Awards. E meus aplausos de pé também vão pra Enrico Colantoni e Amy Jo Johnson. Enrico por se mostrar impecável durante todo o episódio e ter tido finalmente seu espaço tanto merecido e Amy que ficou um pouco apagada, mas apareceu pra arrasar na cena final, no diálogo com Enrico que me emocionou. "Ela não é a única que precisa de você" foi a fala da Jules que me deu frio na espinha. Não sei o que ela pensou quando disse isso, talvez o medo de perder seu querido Sargento logo após a trágica morte de Lou.

Amy tá sendo muito bem colocada nas cenas mais dramáticas, ganhando as falas de mais impacto na série, conquistando um bom espaço e provando pra muitos que duvidaram, que ela é uma ótima atriz.

nota : 9